quinta-feira, 7 de abril de 2016

Seed realiza o XVII Encontro de Educação Física

Evento conta com a realização de Oficinas Práticas (Foto: Eugênio Barreto)
Com o tema central Esporte na Escola teve início na manhã desta quinta-feira, 07, a abertura do XVII Encontro Estadual de Educação Física.  O evento aconteceu nas dependências do Ginásio de Esporte do Sesi, no Augusto Franco e contou com a presença dos representantes do Ministério do Esporte, professores da rede e a comunidade acadêmica dos departamentos de Educação Física das universidades do Estado.
De acordo com Cláudio Kravchychyn, vice-coordernador pedagógico do Programa Segundo Tempo do Ministério do Esporte, o encontro é um momento ímpar para os participantes.
"Quando Governo do Estado de Sergipe fez o convite ao Ministério do Esporte para estabelecer a parceria foi encarada como uma oportunidade de levar uma proposta pedagógica para a Educação Física nas escolas", verifica Kravchychyn.

Segundo o professor de Educação Física do Colégio Estadual 24 de Outubro, Gileno de Oliveira Santos, o aluno pode levar o esporte para a vida diária. "Neste evento tenho a possibilidade de ampliar e aprimorar os meus conhecimentos. Trabalhamos com várias realidades diferentes nas escolas e estra troca é importante para os docentes. O principal foco desses encontros é fomentar uma educação diferente do que vem sendo vivenciada nas escolas", afirma.

Para a Diretora do Departamento de Educação Física (DEF), da Secretaria de Estado da Educação (Seed), Auxiliadora Pires, este encontro é uma excelente oportunidade para instrumentalizar e enriquecer os decentes e futuros profissionais no que se refere às práticas educativas.

"Estabelecer parcerias para que possa contribuir na busca de conhecimentos é sempre válido. Dessa maneira, é possível proporcionar aos professores e acadêmicos do Estado a vivência práticas para que eles possam mediar nas unidades escolares que atuam", reconhece.

Encontro e momentos

O XVII Encontro Estadual de Educação Física teve dois momentos: primeiro foi marcado pelas atividades e mediações online e este segundo momento com o encontro presencial que terá continuidade até o dia 08 de abril.

Com um elevado número de inscritos, o evento superou as expectativas no que se refere aos anos anteriores. As oficinas temáticas possibilitam a troca de experiências e conhecimentos entre os participantes.

"É claramente perceptível que o secretário de Educação não mede esforços em todos os sistemas da Seed para melhorar a qualidade do ensino e das práticas educativas", verifica Auxiliadora Pires.
Fonte: SEED

Crea se prepara para abrir concurso público em Sergipe

Arício Resende: "A principio serão serão oferecidas seis vagas" (Foto: Portal Infonet)
O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA/SE) vai lançar nos próximos dias, o edital para a realização de um concurso público. Serão oferecidas oito vagas em três cargos, conforme explicou o presidente da entidade, Arício Resende, quando do II Encontro de Servidores e Conselheiros na tarde desta quinta-feira, 3, no auditório da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Sergipe (Aease).
“Esse concurso era previsto para o ano passado, mas como houve uma série de questões, nós preferimos suspender para realizar agora em 2016. O edital deverá  estar saíndo nos próximos dias e em seguida as incrições serão abertas", ressalta.
Arício Resende informou ainda que será um concurso para o preenchimento de vagas que o Crea está precisando no momento. “Mas também com uma reserva de aprovados que estão convidados a trabalhar. A princípio são oito vagas, seis de fiscais, uma de advogado e uma de contador. E o salário inicial de 3 mil reais com direito a plano de saúde e transporte”, completa.
Por Aldaci de Souza

domingo, 9 de março de 2014

Brasil: por que querem fechar o regime?



O Brasil pode mergulhar de vez no obscurantismo nos próximos dias caso a lei de terrorismo, ou a lei da ?desordem? de Beltrame ou outra similar seja aprovada. Seria o ápice de um processo de recrudescimento do regime que já está em pleno andamento nos últimos anos.




O Brasil pode mergulhar de vez no obscurantismo nos próximos dias caso a lei de terrorismo, ou a lei da ?desordem? de Beltrame ou outra similar seja aprovada. Seria o ápice de um processo de recrudescimento do regime que já está em pleno andamento nos últimos anos.

É um equívoco creditar esse processo apenas à Copa do Mundo da FIFA, ainda que as exigências dessa entidade contribuam para o cenário mencionado. O contexto de crise econômica do capitalismo exige a ampliação das taxas de exploração para a manutenção da reprodução e acumulação do capital. E isso só pode se sustentar com o fechamento cada vez maior do regime democrático formal, o que tem ocorrido em vários países, aprofundando a crise de representação e de credibilidade da democracia burguesa.

A crise, obviamente, apresenta-se de formas distintas em diferentes países nos diferentes períodos. Em 2008, quando ela estoura, o Brasil se vê obrigado a mudar a sua política de priorizar o mercado externo e passar a vender no mercado interno. Como a renda do brasileiro é baixa o consumo passou a ser estimulado através do crédito. Mas, conforme já tinha demonstrado a experiência externa, tal medida, chamada erroneamente de anticrise, possui limites e eles estão sendo atingidos.

Ocorre que as classes dominantes não possuem um programa econômico alternativo. E para aprofundar o existente será preciso, como já foi dito, fechar cada vez mais o regime. Assim a triste e lamentável morte do cinegrafista da Bandeirantes, Santiago Andrade, caiu como uma luva para os planos do andar de cima. Por isso ela tem sido explorada largamente pela grande mídia, que já teve outros profissionais vitimizados fatalmente sem o mesmo destaque. Se ela não tivesse ocorrido outra desculpa seria arranjada.

O crescente recrudescimento do regime

Foi mencionado que o processo de endurecimento do regime no Brasil transcende a questão da Copa do Mundo da FIFA. Alguns fatos deixam isso muito claro:

- Em 2011, operários da Usina Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, fizeram uma grande greve denunciando as condições degradantes de trabalho. O Governo Dilma enviou a Força Nacional para reprimir os trabalhadores e avalizou a demissão de 6 mil operários, alegando que o problema era o excesso de trabalhadores no canteiro de obras. No ano seguinte os operários voltaram a reclamar das condições de trabalho, em uma nova greve, receberam o rótulo de "vândalos" e "bandidos" do Ministro-Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, a Força Nacional foi enviada, mais de 20 trabalhadores foram presos, dos quais 12 simplesmente desapareceram! [1]

- Na Usina de Belo Monte, no Pará, a repressão transcende o movimento operário. Se a Força Nacional é acionada quando estes se levantam contra as degradantes condições de trabalho (como no ano passado onde a própria FN recolheu os crachás de 450 trabalhadores que acabaram demitidos), esta também é utlizada para reprimir as comunidades indígenas, como ocorrido no ano passado. No referido episódio chegou-se a multar um jornalista por ter gravado a ação policial e a Polícia Federal foi acionada para apurar quem eram os não índios que participaram do movimento. Some-se a isso a descoberta de um espião do governo no Movimento Xingú Vivo, o tráfico de pessoas e a exploração sexual praticados ao lado do canteiro de obras e as amesças de expropriação dos pequenos agricultores. O carro da Polícia Civil do Pará com o logotipo da Norte Energia evidencia quais interesses são protegidos pelos governos na referida obra. [2]

- Mostrando que o modos operandi é o mesmo em todas as grandes obras do PAC, no ano passado 16 trabalhadores da Hidrelétrica Ferreira Gomes, no Amapá, foram presos após uma greve que denunciava as condições precárias de trabalho. [3]

- Também no ano passado foi descoberta a espionagem do movimento sindical do Porto de Suape, em Pernambuco, pela Abin, medida defendida e justificada por Gilberto Carvalho. [4]

- A truculenta desocupação do Pinheirinho, em São José dos Campos, promovida pelo Governo Alckmin (PSDB) em 2012. Na mesma época, no Distrito Federal, o petista Agnelo Queiroz também promovia uma desocupação truculenta onde 29 pessoas foram presas. [5]

- No ano passado o Conselho Indigenista Missionário (CIMI) publicou dados que mostravam que a média de índios assassinados nos governos de Lula e Dilma era superior ao do governo FHC. De acordo com a Funai em dez anos os governos petistas homologaram apenas 84 áreas indígenas contra 148 de FHC. No presente momento o Governo Dilma enviou o Exército para reprimir os Tupinambás, em Olivença, na Bahia, após enganá-los com a homologação das terras. A intervenção militar está amparada pela Portaria Normativa 3.461, da qual falaremos mais adiante. [6]

- No leilão de Libra foram mobilizados o Exército, a Marinha, a Força Nacional, a Polícia Federal, a Polícia Militar, a Polícia Civil e a Guarda Municipal. Houve dura repressão aos manifestantes. [7]

Há outros casos mas achamos suficientes os já citados. Vejamos agora as medidas buscadas e/ou aprovadas nos últimos anos:

- Em julho de 2012, a Presidente Dilma aprovou o "PROTEGER", sistema que visaria proteger os setores estratégicos do país - mais de 13.300 locais entre hidrelétricas, termelétricas, refinarias, estradas, telecomunicações, portos, aeroportos, etc. O referido sistema prevê a militarização das lutas sociais, ou seja, o uso do Exército contra os movimentos sociais e sindicais. Tal medida foi celebrada por jornalistas da grande mídia. [8]

- Em setembro do ano passado a Ambev e o Itaú, ambos patrocinadores da Copa, se reuniram com a Presidente Dilma, pedindo medidas contra os protestos. A partir daí o projeto de lei de terrorismo passou a andar dentro do Congresso e em janeiro o Senador Romero Jucá (PMDB) mencionou a necessidade de votar o quanto antes a matéria. [9]

- Há pouco tempo o Ministério da Defesa publicou a Portaria Normativa 3.461 de 19 de dezembro de 2013. O documento de 70 páginas usa o conceito de "Guerra de Massa" para justificar o uso das Forças Armadas contra os manifestantes, classificados como "Forças Oponentes", prevê a infiltração de agentes do governo e uma estratégia para ganhar o apoio da opinião pública para a repressão: "Por se tratar de um tipo de operação que visa a garantir ou restaurar a lei e a ordem, será de capital importância que a população deposite confiança na tropa que realizará a operação. Esta confiança é conquistada, entre outros itens, pelo estabelecimento de orientações voltadas para o respeito à população e a sua correta compreensão e execução darão segurança aos executantes, constituindo-se em um fatorpositivo para sua atuação." [10]

Esse item corrobora o que fora assinalado antes: se não houvesse ocorrido a morte de Santiago outro motivo seria buscado ou produzido, isso se a própria morte do cinegrafista não foi produzida para o fechamento do regime, afinal a atuação do advogado dos suspeitos, Jonas Tadeu, é bastante estranha. [11]

E há forma mais eficaz de ganhar a população para reprimir manifestantes cuja pauta lhe é simpática senão tornando os mesmos diabólicos, horrendos e terroristas aos olhos do grande público?

O papel da grande mídia

Como se pode perceber conforme as medidas ?anticrise? vão entrando em esgotamento crescem as contradições sociais, o andar de baixo se dispõe a lutar cada vez mais e o de cima reprime com mais frequência e intensidade.

A grande mídia não é apenas porta-voz dos interesses dominantes, ela própria é parte das classes dominantes. Por isso se opõe de forma decidida às greves, às lutas dos índios, dos sem-terras, dos sem-tetos e às manifestações de rua. Busca criminalizar todas essas lutas e caluniar os atores políticos das classes populares.

Quando as jornadas de junho começaram ela não vacilou em pedir pela repressão dos manifestantes. Foram atendidas, seus próprios trabalhadores foram espancados e gravemente feridos, sem que se exigisse e acompanhasse punição aos responsáveis - no caso a PM de São Paulo. [12]

A repressão indignou a população, que engrossou os protestos, fazendo com que jornalistas como José Datena e Arnaldo Jabor se retratassem publicamente. A grande mídia buscou então se relocalizar nos protestos tentando dizer qual seria a forma correta de ativismo sem, no entanto, deixar de manipular para criminalizar, quando era possível, como fez a Rede Globo na final da Copa das Confederações. [13]

A chama de junho não foi apagada até agora e as tentativas de manipulação midiática seguiram como no caso do molotov jogado por um P2 e a posterior tentativa de incriminar o ativista Bruno Ferreira Telles, durante a visita do Papa ao Rio, versão difundida pela grande mídia e desmentida pelas redes sociais. [14]

O ano de 2014 começou com uma série de greves, atos contra aumento das passagens, protestos que questionam a Copa do Mundo e comunidades se rebelando contra a falta de água, luz e a morte de seus jovens pela polícia. Cresce o nível de consciência da população em uma ponta e o medo dos poderosos na outra.

Em todos esses eventos a grande mídia busca deslegitimar de alguma forma o movimento dos de baixo. Na greve dos rodoviários de Porto Alegre, o jornalista Paulo Sant'Ana, do jornal Zero Hora-RBS-Globo, pediu pela prisão dos trabalhadores, desde o primeiro dia. O jornal Zero Hora buscou a todo o momento jogar a população contra os grevistas, o que não surtiu efeito dada a proximidade dos rodoviários com as comunidades e ao avanço no nível de consciência da população. [15]

A morte do cinegrafista Santiago Andrade surgiu como uma ?oportunidade?, como disse O Globo, não só de tentar conter e fazer regredir esse nível de consciência mas de promover uma verdadeira caçada política e ideológica - inclusive nas universidades - com o intuito de remover os protestos. O Editorial de O Globo de 12 de fevereiro de 2014 não deixa nada a desejar ao seu Editorial de 2 de abril de 1964 que celebrou o golpe militar [16]. Assim fica completamente desmoralizada a tese do governismo de que as manifestações em curso beneficiariam a direita.

O reacionarismo governista

Em um momento em que a grande mídia clama abertamente pelo golpismo chama atenção o fato do governismo, que tanto gosta de chamá-la de PIG (Partido da Imprensa Golpista), guardar um silêncio no mínimo cúmplice.

Com algumas poucas exceções, a maior parte da blogosfera governista tem se mantido no mais absoluto imobilismo diante das absurdas calúnias difundidas pela grande mídia contra o PSOL, o PSTU e o conjunto dos manifestantes em versões frágeis criadas por um advogado suspeito.

Essa postura não é inocente. Assim como as classes dominantes e a grande mídia o governismo também se sente incomodado com os protestos, até porque muitos deles se dirigem aos seus próprios governos. Não foi por acaso que os senadores petistas Jorge Viana e Paulo Paim tenham se apressado a pedir pela aprovação da lei de terrorismo [17].

Como vimos anteriormente o recrudescimento do regime é protagonizado pelo próprio PT com repressões de movimentos sindicais e sociais e aprovação de medidas autoritárias.

Mas o PT não é apenas o principal fiador do atual sistema sócio-político ele é parte integrante dos que se beneficiam dele. Alguns de seus quadros se tornaram empresários, consultores e gestores de fundos de pensão. São sócios de grandes empresas nacionais e estrangeiras. Ganham com a especulação, com as privatizações e com os cortes de direitos dos trabalhadores.

Esses quadros integram outro setor social, com interesses não apenas distintos mas antagônicos aos do conjunto do andar de baixo. É, portanto, mais do que simples colaboração de classes. Por isso o movimento dos de baixo tem sido combatido pelo governismo tanto quanto o é pela Rede Globo e por articulistas direitistas como Reinaldo Azevedo.

Embora juristas apontem ser desnecessário a criação de novas leis [idem 16], a repercussão negativa da lei de terrorismo pode fazer com que as classes dominantes e a classe política elaborem e aprovem outra lei com a mesma essência. O Ministro da Justiça do Governo Dilma, José Eduardo Cardozo, andou falando em ?regulamentar? as manifestações [18]. Não se pode deixar enganar pelo jogo de palavras. É muito comum se fazer uma coisa negando-a. Não se aumenta a jornada de trabalho, se cria um banco de horas. Não se acaba com as leis trabalhistas, flexibiliza-as. Não se acaba com o direito de greve, se exige 70% da força de trabalho.

Seja como for a tentativa de acabar com as lutas dos de baixo pode fracassar, como fracassaram manipulações anteriores, até porque com o esgotamento das medidas ?anticrise? e o aprofundamento da crise capitalista, os ataques aos direitos dos de baixo serão cada vez maiores não os deixando outra alternativa que não seja se organizar e lutar. O sonho das classes dominantes de lucrar, explorar e roubar sossegadamente, às custas do andar de baixo e escudadas em uma lei de exceção [19], pode ter o efeito contrário e se transformar no seu mais terrível pesadelo.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Sindicato dos postos rebate Procon e culpa distribuidoras por alta na gasolina

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Rio Grande do Sul (Sulpetro/RS), Adão Oliveira, contestou, na tarde desta terça-feira, a decisão do Procon estadual de autuar pelo menos 28 estabelecimentos alegando reajuste abusivo da gasolina, no início do mês. O dirigente sugere que quem subiu o preço acima do recomendado, após o reajuste de 4% aprovado para as refinarias pela Petrobras, foram as distribuidoras, e não os postos, no varejo.

Oliveira disse, ainda, que o Procon não detém legitimidade para notificar as empresas do setor. O sindicalista entende que não basta percorrer os postos anotando valores, mas avaliar o processo todo, da refinaria à bomba, passando pela distribuidora, o que, segundo ele, não ocorreu. “Eu, no lugar do Aquino (Cristiano Aquino, diretor do Procon Estadual) não levantaria essa certeza sem ter feito o procedimento correto. Não me cabe dizer nada mais que isso, está errada a forma como eles contabilizaram a amostra”, reclamou.

No iníco da tarde, o Procon liberou os dados de uma blitz realizada na semana passada em 40 postos de combustíveis de várias regiões da Capital, com base em denúncias da população. A amostra comprovou que 70% dos estabelecimentos (28 postos) reajustaram os preços em cerca de 10%. Em 12, o litro na bomba foi reajustado para R$ 3. Logo que foi anunciado o reajuste, a reportagem da Guaíba verificou que alguns estabelecimentos elevaram o valor para R$ 3,05 e R$ 3,09.

As empresas serão notificadas durante a semana e terão 10 dias para apresentar defesa. Já em relação ao episódio em que houve o risco de faltar gasolina nas bombas no ano passado, 15 estabelecimentos ainda estão sendo multados por conta de elevação abusiva de preço. Os valores vão de R$ 15 mil a R$ 30 mil.

Fonte: Porto Alegre News

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Governo pode publicar nesta 4a-feira edital para leilão da BR-040

O governo deve lançar nesta quarta-feira o edital para a concessão da BR-040 entre Brasília e Juiz de Fora (MG) se o TCU aprovar o documento em sessão nesta tarde, disse o ministro dos Transportes, Cesar Borges.
"Se o TCU aprovar hoje, sai hoje o edital", disse Borges a jornalistas ao chegar à BM&FBovespa para acompanhar o leilão da BR-163 (MT).
A expectativa do governo é promover o leilão da BR-040 em 27 de dezembro.
(Por Leonardo Goy e Roberta Vilas Boas) 

Mais informações em: Estadão Notícias

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Richa entrega chaves da casa própria para mais 86 famílias de agricultores

O governador Beto Richa entregou nesta quinta-feira (17) as chaves da casa própria para 86 famílias de agricultores de Lunardelli, Rio Bom, São João do Ivaí, Godoy Moreira e Ariranha do Ivaí, no Norte do Paraná. Richa cumpriu agenda na região e o atendimento à população com moradias foi um dos temas tratados nos encontros com os prefeitos. 

As moradias rurais fazem parte do programa Minha Casa Minha Vida Rural e foram construídas em parceria pelo governo estadual, a Caixa Econômica Federal e os municípios. O governador afirmou que hoje existem projetos habitacionais em praticamente todos os municípios paranaenses. 

“Sabemos como é importante a casa própria. Com as novas moradias as famílias terão uma vida melhor, com mais conforto e mais dignidade”, disse Richa. “O governo estadual, em parceria com o Governo Federal, está promovendo a maior revolução habitacional da história do Paraná”, afirmou ele. Richa ressaltou que só na área rural nove mil famílias já moram em casa nova e que a meta é chegar a dez mil. Entre moradias rurais e urbanas o Paraná terá, em quatro anos, 110 mil novas unidades. 

Para o superintendente da Caixa Econômica, Olides Mileze Júnior, o programa Minha Casa Minha Vida tem sido um êxito no Paraná, graças a parceria com o governo do Estado. "Esse grande número de casas entregues só é possível pelo empenho de todos. São parcerias como essa que dão certo e devem ser levadas como exemplo", disse. “A Caixa está à disposição do governo para ampliar ainda mais o relacionamento”, afirmou ele. 

O agricultor Varlei Luciano Paz e a esposa Josilaine, junto com os dois filhos, moram em Ariranha do Ivaí e receberam as chaves das mãos do governador. “Estou emocionado, muito feliz com a oportunidade de ter uma nova moradia. Há mais de seis anos esperamos por isso”, disse Varlei, que hoje mora em uma casa emprestada pelo pai, construída há mais de 30 anos. “Acompanhei as obras. A nossa casa própria é bonita, muito bem construída”, afirmou. 

A meta do Paraná é, em quatro anos, construir dez mil casas para famílias de agricultores. O secretário estadual da Habitação e presidente da Cohapar, Mounir Chaowiche, disse que a meta será alcançada já em novembro, um ano antes do prazo. “O objetivo do governo é manter o pequeno agricultor no campo, evitar que deixe o interior e vá morar na cidade”, disse Chaowiche. “Moradia é um direito fundamental do cidadão e o Paraná tem o maior programa do país”, afirmou ele. 

No evento em São João do Ivaí, foi também assinado o convênio para obras de melhorias em casas rurais em Godoy Moreira. 

LUNARDELLI – Além das casas rurais entregues hoje, mais 116 famílias de Lunardelli são beneficiadas com moradias, algumas já entregues, outras em construção. No encontro com a comunidade, o prefeito Hilário Vanjura destacou a pavimentação, com pedras irregulares, de seis quilômetros de estrada entre Lunardelli e Primavera. 

“Temos inúmeros programas já cadastrados e com convênios assinados. Hoje o governador vem confirmar, bater o martelo”, disse o prefeito. “Temos muitas realizações, estamos sendo muito bem atendidos”, afirmou ele. 

O governador liberou recursos para compra de equipamentos para o hospital municipal, que será construído. Com os R$ 330 mil do Plano de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios (PAM), e mais R$ 120 mil de contrapartida da prefeitura, Lunardelli irá construir um centro de eventos. “Nosso município recebe turismo religioso e a população quer um local especial para acolher os eventos”, disse o prefeito. 

O governador e o prefeito assinaram convênio para instalação de uma Biblioteca Cidadã, onde a população terá acesso a livros e a computadores com internet. O governador anunciou a liberação de recursos para construção de uma nova unidade de saúde e para obras de reparo no Colégio Estadual Geremia Lunardelli. 

Estão sendo realizados trabalhos de conservação nas rodovias estaduais que passam pelo município. A Copel fez melhorias na rede de distribuição de energia. 

O governador anunciou a liberação de recursos para aquisição de calcário para pequenas propriedades rurais e para compra de diesel para máquinas de patrolamento de estradas rurais. O município recebe recursos para apoiar ações de vigilância sanitária, para capacitar pessoal para atendimento primário à saúde e para compra de medicamentos para a farmácia municipal. 

SÃO JOÃO DO IVAÍ – Os projetos habitacionais de São João do Ivaí, executados com investimentos do governo estadual, a Caixa Econômica Federal e o município, beneficiam 195 famílias. No encontro do governador com o prefeito Fábio Kidek Miura e a comunidade, foram destacadas outras obras no município, como a reforma do Centro Municipal de Saúde, a pavimentação (com pedras irregulares) de seis quilômetros de estradas rurais, e a ampliação do sistema de abastecimento de água feita pela Sanepar – um investimento de R$ 1,5 milhão. 

“São ações importantes para a nossa cidade, para melhorar a vida do povo”, disse o prefeito Fábio Miura. Ele destacou os recursos a fundo perdido do Plano de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios (PAM). São R$ 350 mil, que serão aplicados na construção de uma nova garagem municipal, fora do eixo central da cidade. O terreno que hoje abriga a garagem será vendido e o dinheiro será usado na compra de novos terrenos para projetos de habitação. 

Está sendo construído um sistema de abastecimento de água na comunidade rural Iubaúna. O governador anunciou a liberação de recursos para aquisição de calcário para pequenas propriedades rurais e de óleo diesel para máquinas de patrolamento de estradas rurais. Também foi autorizada a licitação para obras de reparo no colégio estadual do campo Professor Jamil Bonacin. 

São João do Ivaí recebe recursos para ações de vigilância em saúde, capacitação de profissionais e compra de medicamentos para a farmácia municipal. Pelo programa Compra Direta, o governo adquire alimentos de 23 produtores rurais e os repassa para dez entidades sociais. 

Acompanharam a comitiva do governador os deputados estaduais Artagão Filho, Alexandre Curi e Evandro Júnior. 

Saiba mais sobre o trabalho do governo do Estado em: www.facebook.com/governopr ewww.pr.gov.br



quarta-feira, 16 de outubro de 2013

TRT na Bahia muda data da prova do concurso para 14 vagas

O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, na Bahia, receberá inscrições do concurso para 14 vagas em cargos de nível médio e superior até o dia 18 de outubro. A aplicação das provas objetivas e discursivas será no dia 1º de dezembro, em vez de 3 de novembro. A remuneração vai de R$ 4.635,03 para os candidatos de nível médio, até R$ 9.188,20 para os de nível superior.
No site da Fundação Carlos Chagas, é possível ver o edital(acesse o edital).
Segundo o órgão, por conta da greve dos bancários, os candidatos ficaram sem poder realizar os pagamentos das inscrições, o que motivou a prorrogação das inscrições e a consequente mudança na data da prova.

Os interessados devem se inscrever pelo site  www.concursosfcc.com.br.
As oportunidades de nível superior são para analista judiciário da área judiciária (2 vagas), analista judiciário da área administrativa (2 vagas) e oficial de justiça (1 vaga).
Também serão selecionados, para formação de cadastro reserva, profissionais das áreas de arquitetura, arquivologia, biblioteconomia, contabilidade, enfermagem, engenharia civil, engenharia elétrica, engenharia (segurança do trabalho), estatística, fisioterapia, medicina, medicina do trabalho, medicina (psiquiatria), odontologia, psicologia, serviço social e tecnologia da informação. O valor da inscrição é de R$ 75.
Para ensino médio completo, há 9 vagas. Também há formação de cadastro de reserva para técnico judiciário da área administrativa e técnico judiciário na especialidade tecnologia da informação. O valor da inscrição é R$ 65.

As provas objetivas e discursivas (redação) serão aplicadas em Salvador, em 1º de dezembro, no período da manhã para todas as áreas/especialidades do cargo de técnico judiciário e analista judiciário – área judiciária especialidade oficial de justiça avaliador federal; e no da tarde para todas as áreas/especialidades do cargo de analista judiciário, exceto analista judiciário – área judiciária especialidade oficial de justiça avaliador federal.
O concurso terá validade de dois anos a contar da data da publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado por igual período.